Ciência da emoção: Qual é o seu papel no Marketing?

A ciência da emoção nos ensina algo muito importante quando se trata de marketing. Todos os aspectos da nossa vida, são baseados em emoções. E são essas emoções que o marketing, quando bem utilizado, pode trabalhar para ajudar na conversão de um produto ou serviço. Entenda como a ciência da emoção vai te ajudar a vender mais.

Ciência da emoção: Qual é o seu papel no Marketing? (As imagens exibidas na Flash Brazil são fornecidas e pertecem a terceiros)

Ciência da emoção

Nosso dia é pautado por diversas emoções. E são exatamente essas emoções que vão nos guiar a tomar determinadas atitudes. São essas emoções que vão nos guiar a dizer sim ou não para alguma situação. Seja ela uma ida ao cinema ou a decisão de compra de um produto.

A ciência da emoção está completamente ligada a nossa disposição física e mental. Por isso, é importante estar ciente da sua importância. Principalmente quando falamos de marcas e empresas, que precisam levar esse fator em consideração, se quiserem impactar seus clientes e potenciais clientes com alguma campanha ou oferta.

As 5 emoções que influenciam os consumidores

As 5 principais emoções que influenciam a decisão de compra de um consumidor estão diretamente relacionadas ao nosso dia a dia, e são:

  • Medo
  • Felicidade
  • Tristeza
  • Raiva
  • Estresse

Medo

O medo é o primeiro dispositivo que alguém encontra quando está em um ambiente hostil. A primeira coisa a se fazer, é buscar informações. Entender mais sobre determinado produto ou sobre determinada empresa. É buscar consistência e entender o terreno que está entrando.

E nesse contexto, é importante que a marca saiba se posicionar, para que mesmo com medo, o consumidor tenha disposição para prestar atenção em alguma mensagem. É preciso um processo de conquista: a marca se aproxima do consumidor lentamente. E, assim que conseguir oferecer a segurança necessária de fato, converter em uma venda.

Felicidade

A felicidade pode ser muito explorada. As pessoas gostam de se sentirem felizes. E, quando estão felizes, são mais propensas a converter efetivamente. Elas sentem-se mais abertas ao diálogo.

Acaba também envolvendo um processo de naturalidade ao interpretar uma mensagem. Aliás, felizes, as pessoas tem mais chance de no mínimo, ler a mensagem ou se dispor a assistir o vídeo de vendas, seja qual for seu formato de comunicação.

Além de sentirem-se felizes, as pessoas gostam de histórias de felicidade. Aqui é sua chance de contar o que elas querem ouvir. Envolva as pessoas em uma história feliz e elas certamente estarão dispostas a ouvir mais sobre você. Já dizia a Coca-Cola: Abra a felicidade.

Tristeza

Querendo ou não, faz parte do dia de uma pessoa. E você pode aproveitar esse momento para, de repente, com uma história feliz, – aproveitando o tópico de felicidade – faze-la se sentir melhor.

Ou de repente, que tal aproveitar esse momento, e se dispor a entender a tristeza da pessoa com uma mensagem de acolhimento? Aliás, criar empatia é super importante na construção de uma marca.

Quando a marca se coloca no lugar do seu consumidor, a chance acerto na mensagem ou oferta se torna gigante.

Raiva

Também é um processo de excitação emocional. Uma pessoa que toma uma atitude com raiva, querendo ou não, tem um motivo. Cabe a marca entender que seu produto pode ser vendido para uma pessoa com raiva.

Quer um exemplo simples? Uma lâmina de barbear que machuca a pele. A pessoa pode ficar com tanta raiva da marca ruim, que vai comprar uma marca boa e mais cara, apenas por saber que a outra era ruim. Ela vai achar seu ponto de refúgio em um produto que resolva seu problema.

Estresse

Este é um problema até bem visível por aí. Há pessoas que buscam eliminar seu estresse, por exemplo, fazendo compras. E você, será que está preparado para vender um produto para uma pessoa impulsiva? E se você direcionasse sua mensagem para este público? Pense a respeito. De repente, pode ser uma oportunidade oferecida pela ciência da emoção.

Como a ciência da emoção pode ajudar o marketing?

Na verdade, a questão é justamente essa: entender o comportamento do consumidor para usar esse conhecimento em campanhas de marketing. A ciência da emoção nos ajuda e muito nesse quesito.

Você pode criar uma campanha totalmente baseada no comportamento da sociedade, entendendo o que as pessoas estão sentindo.

A técnica de storytlling, por exemplo, vai te ajudar muito também nesse processo. Aliás, a contação de histórias é um jeito muito sólido de emitir uma mensagem.

Quando há empatia de uma marca com o consumidor, tudo facilita. Dificilmente há ruídos na comunicação e o processo de uma venda, por exemplo, se torna muito menos obstruído.

Oferecer um produto para alguém apenas com uma mensagem racional, hoje em dia, dificilmente funciona. Dizer que o produto é bom nisso e naquilo, cansa as pessoas.

Elas querem que o produto resolva seu problema. E se você conseguir unir a resolução de um problema, com uma história bem contata e envolvente, usando dos recursos da ciência da emoção, certamente sua mensagem será bem recebida e interpretada. E, no final, ainda converterá em uma venda.

Pra concluir o que a gente aprendeu hoje neste artigo, podemos dizer que a ciência da emoção deve fazer parte das suas campanhas de marketing.

Estude o máximo que conseguir sobre o assunto. Entenda quem são as pessoas que você está conversando. Entenda os problemas que elas estão enfrentando e faça o máximo para tentar resolver.

O papel da ciência da emoção no marketing é justamente esse: Ajudar as marcas e as empresas a crescerem.

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