Financiamento de Casas, Terrenos e Apartamentos

A compra da casa própria é o sonho maior de muitos brasileiros, que anseiam sair do aluguel e ter uma casa para chamar de sua. Alguns preferem casa, outros apartamentos, e outros ainda preferem comprar um terreno para construírem seu novo lar do jeito que desejarem.

Dicas de Financiamento (Foto: Divulgação/Google)

Realizar o sonho da casa própria pode ser o momento mais feliz na vida de uma família ou indivíduo, como também se tornar em um pesadelo terrível se o financiamento não for feito de forma adequada. Que caiba no seu bolso e não crie complicações em sua vida, a ponto até de retomada da financiadora da casa, apartamento ou terreno adquirido.

Para evitar que isso aconteça, veja essas dicas de financiamento de casas, terrenos e apartamentos.

Corra atrás do crédito antes mesmo de encontrar sua casa

A maioria das pessoas imaginam que só há a possibilidade de conseguir financiamento imobiliário depois de escolher a casa, apartamento ou terreno.

Nada disso! Você pode entrar com o pedido de financiamento no banco antes mesmo de encontrar sua casa, conseguindo uma carta de crédito que, inclusive, ajudará a fechar negócio juntamente com a construtora ou imobiliária responsável pelo empreendimento.

Uma carta de crédito tem validade por, no mínimo, três meses. Em geral, é concedida até cinco dias úteis após a entrega dos documentos e formulários exigidos pelo banco.

Pesquise as condições de cada banco

Você tem um relacionamento de anos com seu banco? Ótimo, isso pode ajudar, mas nunca se esqueça de que há outros bancos no mercado e você deve pesquisar as opções de financiamento que eles oferecem.

Para você ter uma ideia, existem hoje na praça mais de 200 empresas no ramo. Há empresas que chegam a cobrar do cliente 5% do preço do imóvel, com a alegação de que esse valor inclui o pagamento do ITBI, taxas cartoriais e outros gastos menores, porém, isso ocorre mais nas pequenas cidades, pois nas grandes cidades do país, o valor fica em 3%, ou seja, pesquise!

Aliás, a pesquisa não significa exatamente deixar seu banco, mas, sim, levar as boas condições para o seu gerente e pressionar por melhores condições.

Outro detalhe importante é saber que a Caixa nem sempre é a melhor opção, até pela concorrência, com bancos privados oferecendo condições melhores quando lembramos que existem outros custos como o seguro contra danos físicos e contra morte ou invalidez permanente do mutuário, ambos obrigatórios.

Poupe dinheiro e não conte com o FGTS

Hoje os preços dos imóveis e terrenos são superiores (às vezes bem superiores) aos 100 mil reais. Mesmo nas cidades mais afastadas das capitais, é difícil encontrar algo por menos do que 100 mil reais e, nos bairros mais estruturados, o preço pode disparar para mais de 500 a 750 mil, por isso poupar dinheiro para os gastos iniciais do financiamento, como escritura e adiantamentos inevitáveis, mesmo que não haja entrada.

E o FGTS não salva muito, pois ele só pode ser usado em imóveis até 500 mil, ou seja, se tiver pretensões maiores, o FGTS não te ajudará.

Sistema de prestações decrescente

Futuros mutuários se sentem mais confortáveis em fazer um financiamento em que o valor das prestações é fixo e definido previamente, de acordo com a Tabela Price.

No entanto, o custo do Sistema de Amortização Constante (SAC), em que as prestações começam um pouco mais altas e perdem valor ao longo do contrato, é bem menor.

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